O Plano Diretor Cicloviário, instituído pela Lei nº 5.938, de 29 de julho de 2015, foi tema de discussão na sessão ordinária de terça-feira (26/11). O Grande Expediente, promovido pelo vereador Paulo Ritter (PT), recebeu representantes da Prefeitura para atualizar os parlamentares e o movimento de ciclistas sobre a implantação do plano e o término da obra do Caminho dos Parques, que irá ligar o Parque Getúlio Vargas (Capão do Corvo), no bairro Marechal Rondon, ao Parque Eduardo Gomes (Parcão), no bairro Fátima.

A matéria foi abordada pelo secretário municipal de Transportes e Mobilidade, Ademir Zanetti, pelo secretário municipal de Projetos Estratégicos, Odir Baccarin, e pelo secretário municipal adjunto de Projetos Estratégicos, Francisco Horbe. Na abertura do Grande Expediente, Ritter lembrou que a implantação das ciclovias é uma luta antiga na cidade. Mencionou ainda a aprovação, em 2013, de emenda, da qual foi proponente, que incluiu na Lei Orgânica Municipal (LOM) a integração no uso de bicicletas, ciclovias e ciclofaixas em Canoas.

Horbe explicou os conflitos existentes entre o Plano Diretor Urbano Ambiental, o Plano Diretor Cicloviário e o projeto do Caminho dos Parques. Destacou que o governo tentou aprovar no Legislativo no ano passado um gabarito mínimo para viabilizar a implantação das ciclovias na cidade, mas a proposição acabou recebendo uma emenda que restringiu a modificação ao traçado do Caminho dos Parques. Após essa alteração no Plano Diretor Cicloviário, a obra foi retomada em abril deste ano. A previsão é de que a inauguração ocorra em fevereiro de 2020. O Caminho dos Parques terá um trajeto de 4,2 km de extensão.

 

Texto: Assessoria de Imprensa

Foto: Aline Cruz/CMC

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